Grande Prova

Douro de Excelência

Nascem na região alguns dos mais famosos vinhos tintos do país vinhateiro e também alguns dos mais caros. Mas há diferenças, com origem no território e no perfil que cada produtor quer imprimir ao seu vinho. O Douro está longe de ser uniforme, revelando-se um verdadeiro mosaico onde diversidade e qualidade andam de mãos dadas.

 

TEXTO João Paulo Martins FOTOS Ricardo Palma Veiga

OS 2015 são realmente melhores ou é mais a fama? E os 2014 como estão em termos de prova? E se os colocarmos perto de vinhos de colheitas anteriores o que vamos encontrar? Como estão a evoluir os vinhos que são filhos da moderna enologia e da nova viticultura?

Algumas respostas ou sugestões das mesmas são possíveis neste painel de prova que juntou mais de sessenta vinhos durienses. O Douro, entre os enófilos, virou moda. E tudo começou há 25 anos quando se estrearam os primeiros produtores-engarrafadores. Hoje é sabido que se quisermos listar os mais conceituados vinhos do país lá teremos o Douro a marcar presença. Aquilo que os nossos pais não julgavam possível tornou-se realidade: a região não só é excelente para produzir vinho generoso como também pode dar cartas em tintos e brancos que entram na categoria DOC Douro.

Um dos trunfos da região foi o uso continuado e quase exclusivo das castas tradicionais, agora divididas claramente em três grupos: as que, por regra, fazem melhor figura no Vinho do Porto (como a Tinta Barroca), as que se dão muito bem com os DOC (como a Tinta Amarela) e o grosso da coluna, as castas que tanto podem originar bons Porto como excelentes DOC: Touriga Franca, Touriga Nacional, Tinta Roriz… Outro trunfo (este com repercussões nos media internacionais) foi a manutenção de técnicas antigas, como os lagares com pisa a pé, ou a sua substituição por diversas formas de lagares mecânicos que procuram reproduzir a pisa tradicional. A fama trouxe também um claro aumento dos preços. Hoje encontramos na região algo que há década e meia era impensável, como vinhos brancos a preços dos melhores tintos e um conjunto muito alargado de tintos a preços elevados.

O Douro vive, no entanto, numa encruzilhada: tem uva a mais, paga preços baixos à produção, substancialmente mais baixos do que outras regiões com custos mais acessíveis, como o Alentejo. Para as soluções faltam acordos e os agentes locais não são propriamente adeptos de grandes consensos. Os combates fazem-se depois nas grandes superfícies, nas promoções e nas feiras em que nos surgem vinhos do Douro a preço ridículo (um tinto a €1,29 numa recente feira de supermercado) e por vezes até com designativos de qualidade. Estranho? Talvez, mas o Douro é assim que funciona.

A história não começou no Barca Velha
A fama e a glória da região chegaram pela excelência dos vinhos generosos (Vinho do Porto) ali produzidos. Algo desqualificados e recebedores de pouca atenção, os chamados “vinhos de consumo” ou “vinhos de pasto”, chegaram a ter protagonismo ou grande aceitação junto do público. Muitos dos que ali se produziam nem indicavam que tinham origem duriense, uma vez que na região não existia regulamentação para a Denominação de Origem Douro. No entanto seria injusto não referir alguns tintos que estiveram na mesa dos nossos pais e que antecederam o mítico Barca Velha.

Duas empresas se destacavam na produção de vinhos Douro: a Real Companhia Velha e a Real Vinícola, concorrentes e muito activas na criação de marcas. Foi assim que nasceram referências como Grandjó, Grantom e Granléve, Marquis de Soveral ou Evel. Também firmas como a Constantino tinham vinhos na região, como o Gran Reserva San Marco. Algumas das marcas de empresas que hoje conhecemos e cujo nome associamos ao Vinho do Porto, como Barros Almeida, Kopke, entre outras, também surgiam no mercado com vinhos que não eram de produção própria mas sim feitos a partir de lotes comprados em adegas cooperativas. Mesmo uma empresa como a Sogrape tinha no Douro a marca Campo Grande.

A este conjunto de marcas há depois que juntar as de alguns produtores, como a Quinta da Pacheca, inovadora nos anos 80 com brancos de castas estrangeiras e das adegas cooperativas Foi preciso chegar aos anos 90 do século passado para se começarem a fazer notar os chamados “vinhos de quinta” e a chegarem ao mercado os vinhos das empresas de Vinho do Porto que resolveram vinificar para Douro as uvas que não tinham direito a benefício e que, por via disso, não se podiam destinar a Vinho do Porto.

A história dos DOC Douro só tem, em boa verdade, algo para contar a partir dos anos 90. O própria marca Barca Velha, apesar de então já ser caro e raro, estava muito longe de ser o ícone em que hoje se transformou. E se, por hipótese, em 1991 se quisesse dar um jantar com grandes vinhos do Douro, muito poucas marcas eram chamadas à sala: Barca Velha (ou o Reserva Especial noutros anos), Lello, Confradeiro, Vinha Grande e Quinta do Côtto. Seguramente no tal jantar não se incluiriam brancos, uma vez que, de referência, poucos existiam.

O arranque dos DOC Douro foi em força e continua nos dias de hoje, espalhando-se por todos os tipos de vinho, dos brancos aos rosés, dos tintos aos Colheita Tardia. Uma história em movimento, uma região que se renova. Para esta renovação muito contribuíram as empresas que até aos anos 90 apenas comercializavam Vinho do Porto e que começaram então a estender o negócio aos DOC Douro. Exemplos não faltam, com algum pioneirismo neste campo a ser muito justamente atribuído à Ramos Pinto e à Niepoort, casas que impuseram vinhos do Douro com novo perfil, mostrando gradualmente também a qualidade das uvas brancas da região para a produção de bons vinhos DOC quando, até então, eram maioritariamente usadas para Porto. Actualmente, das grandes casas de Porto, apenas o grupo Quinta & Vineyard Bottlers – onde se incluem as marcas Taylor, Fonseca e Croft – não estão no negócio dos DOC Douro. Para algumas empresas, como a Niepoort, o negócio em volume já ultrapassou a facturação do Vinho do Porto.

Mas não chega fazer bom vinho; é preciso que ele seja conhecido e reconhecido como tal. A região beneficiou neste aspecto de dois factores importantes: por um lado o Vinho do Porto arrastou o DOC Douro e as mesmas empresas que iam apresentar Vinho do Porto em qualquer parte do mundo eram as mesmas que aproveitavam essa boleia para levar os seus DOC Douro; em segundo lugar foi inegável o papel que tiveram organizações como os Douro Boys, uma criação de marketing que veio ajudar à projecção de um conjunto de produtores que apostavam fortemente nos tintos da região. A situação alterou-se: de zona menosprezada pelos wine writers internacionais (que apenas ligavam ao Porto), o Douro passou a ser destino obrigatório de tudo quanto é jornalista de publicação credível e as visitas são agora frequentes, a mostrar que o Douro já faz parte das grandes regiões do mundo que, qual Meca, se têm de visitar ao menos uma vez na vida.

A notoriedade também captou o interesse dos investidores de outras regiões do país e estrangeiros que viram ali uma oportunidade de negócio. Dos primeiros, duas referências merecem destaque: o Esporão, que adquiriu a Quinta dos Murças; e João Portugal Ramos, que, com José Maria Soares Franco, criou de raiz o projecto Duorum no Douro Superior. Os segundos chegaram de várias origens, desde Angola a França, da Alemanha ao Brasil e da Inglaterra à Bélgica. Este sangue novo funciona como uma renovação e acaba também por chamar a atenção internacional para a originalidade da região, que é, diga-se, a maior área de vinha de montanha de todo o mundo, cobrindo 38.300 hectares de vinhedos com 30% de inclinação.

Esta inclinação e as variadas orientações que as parcelas podem ter permitem obter uvas de tipo diferente. As variações de temperatura média são notórias, com 2ºC a separarem, por exemplo, o Vale Mendiz (mais fresco) e a zona da Quinta do Vesúvio, no Douro Superior. E não podemos esquecer que por cada 300 metros que subimos em altitude a temperatura média baixa 1,5ºC, com a consequente modificação das uvas. É nos altos que se obtêm assim uvas com mais acidez e que podem ser determinantes num blend com outras de zonas mais baixas.

Douro, números e factos
O Douro é uma região imensa com uma área de vinha de cerca de 42.079 ha. A sub-zona que tem mais vinha é o Cima Corgo, com aproximadamente 47% da área total; seguem-se o Baixo Corgo, com 30%, e o Douro Superior com 23% da área de vinhedos. Da área total, cerca de 39.627ha são aptos à classificação de Denominação de Origem. A região produz muito mais Vinho do Porto do que DOC Douro; assim, e com dados relativos a 2016, produziram-se 80.516.692 litros de Porto contra 42.582.023 litros de DOC Douro. A maioria das parcelas (mais de 25.000) têm entre 2 e 5ha. Aqui pontificam (dados de 2016) 966 agentes, dos quais 357 são viticultores-engarrafadores. O número de produtores tem vindo a diminuir na proporção da diminuição da percentagem de jovens na região: de 2001 a 2011 a população entre os 25 e 24 anos diminuiu 32%.

As vendas de Vinho do Porto têm sofrido uma baixa tendencial desde o ano 2000, ao contrário dos vinhos DOC Douro, que têm conhecido um incremento, mas a região é excedentária em quase 30 milhões de litros, que acabam por ser vendidos a preço muito baixo, puxando para baixo os preços do vinho engarrafado – e isto numa região em que os custos de produção são muito altos, se comparados com o Alentejo, por exemplo.

A produção por hectare é muito baixa no Douro, se comparada com outras regiões, sendo por isso incompatível com preços baixos de venda e excedentes, que é a situação actual. Os excedentes de DOC Douro têm sido transaccionados no mercado num máximo de 0,40€/kg quando os custos de produção apontam para valores entre os 0,70 e 0,90€/kg.

O Vinho do Porto gera mais-valias muito mais elevadas: 63% da produção da região (Vinho do Porto) gerou 87% do rendimento e 37% da produção (DOC Douro) gerou 13% do rendimento. O Vinho do Porto continua, assim, a ser o produto mais importante, quer em termos de imagem quer em termos estritamente financeiros.

Um Douro ou vários Douros?
Tradicionalmente dividido em três zonas – Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior – o Douro tem hoje um carácter multifacetado. O Baixo Corgo, quando o assunto era apenas Vinho do Porto, era zona produtora de vinhos para as categorias de entrada de gama, mas já nos anos 80 se tinha percebido que ali se poderiam produzir bons DOC Douro (de que a Quinta do Côtto é um bom exemplo). Não se estranha por isso que vários produtores-engarrafadores ali tenham surgido – a Quinta do Vallado e Domingos Alves de Sousa são apenas dois de muitos exemplos que poderiam ser dados. O Cima Corgo, digamos num raio de 20 km à volta do Pinhão, é, por excelência, a zona produtora dos melhores vinhos do Porto, mas também aí surgiram excelentes DOC Douro, com vinhas aptas a produzir Porto transformadas em vinhas para DOC Douro, com a correspondente transferência do benefício. Ali encontramos as quintas de Roriz, Gricha, Tecedeiras, Noval, Frades, Carvalhas e tantas outras que vieram engrossar o pelotão.

O Douro Superior, como zona mais recente nos DOC, acaba por ser onde os maiores investimentos foram feitos, em virtude da disponibilidade de terra. As quintas da Leda, Duorum, Orgal, Grifo, Quatro Ventos, Vesúvio, Ataíde, Vale Meão e toda a zona de Foz Côa, são hoje referências obrigatórias quando falamos de DOC Douro. Aqui as novas vinhas são sempre regadas, a única forma das videiras sobreviverem numa zona onde a pluviosidade média não anda muito longe dos 200 mm/anuais, ou seja, um clima semi-desértico. Nesta zona longínqua foi a margem sul que acolheu os novos produtores, com as vinhas a ficarem assim viradas a norte, condição indispensável para fazer face às alterações climáticas e ao calor extremo que ali se sente durante o Verão.

Nestes aspectos específicos – temperatura e pluviosidade – as diferenças entre Baixo Corgo e Douro Superior não podiam ser maiores, como que a dizer-nos que, embora falemos do “Douro”, em boa verdade são vários “douros” dentro da mesma região. E isso, longe de ser um inconveniente, é uma oportunidade para que os produtores possam escolher exactamente o local onde querem as vinhas, em função do tipo de vinho que pretendem obter.

Varietais e blends, a luta das castas
O Douro, tal como o conhecemos, é um mosaico de castas. No caso das variedades tintas, elas estão ali há séculos, sobretudo pensadas para o Vinho do Porto. Ali é a pátria da Touriga Franca, da Tinta Roriz, da Tinta Barroca e da Tinta Amarela, ainda hoje as quatro variedades mais representadas. A este quarteto veio juntar-se, a partir dos anos 90, a Touriga Nacional, que acabou por tomar um lugar cada vez mais destacado, quer para tintos DOC Douro, quer para a produção do Porto.

O Douro sempre foi terra de vinhos de lote. No fundo, mesmo nos “vinhos de pasto” das décadas anteriores a 1990, não se falava de vinhos varietais. Recordo que nessa década de 90, João Nicolau de Almeida, enólogo da Ramos Pinto, mostrava com orgulho um vinho tinto que nunca chegou a ser comercializado e que era feito apenas de Tinto Cão. Terá mesmo sido o primeiro varietal do Douro que eu conheci.

A casta tinha integrado o “quinteto maravilha” das castas seleccionadas para a renovação dos vinhedos patrocinada pelo Banco Mundial e que teve lugar exactamente nos anos 80 quando se plantaram 2500ha de novos vinhedos. Viviam-se então no Douro momentos de grande exaltação, não só para plantio de parcelas de monocastas como pela nova forma de implantação de vinha que vinha sendo ensaiada e que então se generalizou onde a inclinação do relevo o permitia: a vinha ao alto. A paisagem mudou e os novos vinhedos, bem como os patamares de dois bardos, vieram alterar os métodos antigos.

Passados quase 30 anos, aquele entusiasmo deu lugar a um espírito mais crítico que pôs em causa muitas das opções então tomadas: abandonou-se a vinha ao alto em muitos locais onde já esteve, abandonaram-se as técnicas de plantio (quanto aos porta-enxertos utilizados e quanto à densidade de plantação) e os patamares de dois bardos já não são método que se use, substituídos que foram pelos de um único bardo.

A moda dos vinhos varietais também se fez sentir no Douro e a partir dos finais dos anos 90 começaram a surgir os primeiros vinhos de Touriga Nacional, logo seguidos pelos seus pares que nos fizeram também descobrir novas castas vinificadas individualmente: o Sousão, a Tinta Amarela e, mais recentemente, as experiências com castas antigas que todos falam em preservar: da Tinta Francisca à Touriga Brasileira, da Rufete ao Donzelinho Tinto, da Malvasia Preta ao Cornifesto.

Douro, terra de blends? Não cremos que sobre isto haja dúvidas. Um apanhado dos mais famosos, mais caros ou mais procurados tintos do Douro provavelmente não incluirá qualquer tinto varietal. Acaba assim por se cumprir na prática a ideia antiga de que é da junção de várias castas que se consegue um vinho complexo e rico. Mas o espaço para o estudo, para a descoberta e para a preservação das uvas antigas continua, com variedades como o Casculho, Tinta da Barca, Tinta Carvalha e várias outras sempre na linha da frente. Ainda hoje é frequente encontrarmos vinhas velhas com dezenas de castas – caso da Vinha Maria Teresa (Crasto) ou da Vinha do Caedo (Sogrape), dois dos muitos exemplos que poderiam ser avançados na região. A ideia do “blend feito na vinha”, longe de ter morrido, tem hoje seguidores que optam pela co-fermentação de várias castas, sempre à procura do ponto de equilíbrio ideal.

Apesar da variedade, o facto mais notório dos últimos 20 anos foi o crescimento em área de vinha e o protagonismo que passou a ser assumido pela Touriga Nacional, agora parte integrante da maioria dos melhores vinhos tintos durienses.

O Douro vai continuar a surpreender-nos, não temos dúvidas. Por várias razões, todas ligadas à qualidade superior das uvas que produz, à variedade de estilos que permite e à inovação que vai continuar a existir, fruto da redescoberta de antigas e esquecidas castas que poderão, num futuro breve, alargar escolhas e enriquecer blends. Muito podemos continuar a esperar desta região magnífica e singular.

então as notas da madeira nova. A experiência também recomendou que é sempre conveniente ter parte do vinho apenas em inox para se poder depois trabalhar o lote final com os Encruzado da barrica. Segundo este enólogo, o uso da madeira usada (sobretudo se for de segunda utilização) ainda pode contribuir para o produto final com alguma complexidade. Barricas mais antigas, só para dar um tom evoluído e mais oxidativo. Na experiência de Manuel Vieira, os vinhos de Encruzado podem ter uma quebra ao fim do primeiro ano e depois, se tudo correr bem, ao fim de 4 ou 5 anos renascem e podem então durar muitos anos.

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19 €30,90
[td_block_text_with_title custom_title=”Poeira 44 barricas” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro tinto 2014
Jorge Moreira

Mostra uma rara elegância de fruta e de madeira, taninos muito finos mas bem evidentes, com muita classe de conjunto na estrutura e no perfeito polimento. Um tinto impressionante de harmonia, sofisticado, distinto, com brilhante frescura no longo final. (13,5%)[/td_block_text_with_title]

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19 €40
[td_block_text_with_title custom_title=”Quinta da Leda” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro tinto 2015
Sogrape Vinhos

É um vinho onde estrutura e frescura se combinam de forma absolutamente superior. Concentração, riqueza de fruta, com grande delicadeza de taninos e com uma enorme qualidade geral. Profundo e cheio de garra, muito longo, imenso poder de sedução. (13,5%)[/td_block_text_with_title]

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19 €55
[td_block_text_with_title custom_title=”Quinta Nova Nossa Senhora do Carmo” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Grande Reserva tinto 2015
Quinta Nova Nossa Senhora do Carmo

Um perfil mineral evidente ao lado da fruta, inserido num ambiente fresco e cheio de classe. Evidencia uma prova de boca de grande categoria, com substância, notas de grafite com envolvimento de fruta e com tanino muito fino, tudo num jogo extremamente equilibrado. (14%)[/td_block_text_with_title]

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18,5 €39,50
[td_block_text_with_title custom_title=”Passadouro” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Reserva tinto 2015
Quinta do Passadouro

Muito bem no aroma, com finura e elegância de fruta, perfeito na boca, madeira de luxo, notas balsâmicas. É um vinho de grande impacto, com tanino fino, um amanteigado perfeito que resulta da madeira perfeita. Muito boa complexidade. (14%)[/td_block_text_with_title]

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18,5 €85
[td_block_text_with_title custom_title=”Pintas” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro tinto 2015
Wine & Soul

Muito polido e delicado no aroma, extremamente afinado nas notas tostadas e fumadas, boca com elegância e sofisticação. A qualidade da fruta é impressionante, juntando-se a uma especiaria fina e um final intenso mas ao mesmo tempo delicado. (14%)[/td_block_text_with_title]

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18,5 €80
[td_block_text_with_title custom_title=”Quinta do Vale Meão” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro tinto 2015
F. Olazabal & Filhos

Fruta bem madura, leve floral e notas minerais resultam num aroma especialmente sedutor, atractivo e rico. Cheio na prova de boca, textura polida, taninos envolvidos, madeira integrada, é um tinto impactante, com garra e complexidade. Classe pura. (14%)[/td_block_text_with_title]

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18 €27
[td_block_text_with_title custom_title=”Duas Quintas” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Reserva tinto 2014
Ramos Pinto

Nariz algo fechado, notas de tosta e fruta madura, cheio, poderoso na substância que tem ainda guardada. Encorpado na boca, mas sem pesar, ambiente mineral e com um estilo polido e profundo. Conjunto muito sério que vai crescer bastante com o tempo. (15%)[/td_block_text_with_title]

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18 €34,50
[td_block_text_with_title custom_title=”Grandes Quintas Vinhas do Cerval” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro tinto 2012
Soc. Agríc. Casa de Arrochela

Clássico Douro, com fruta madura e muito leve nota de couro, boa especiaria e fruta negra mas nada cansativa. Muito bem na boca, com muita elegância e delicadeza de taninos, redondo e muito, muito gastronómico. Um tinto surpreendente. (14%)[/td_block_text_with_title]

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18 €25,94
[td_block_text_with_title custom_title=”Quinta do Vallado Field Blend” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Reserva tinto 2015
Quinta do Vallado

O vinho pleno de carácter duriense, num registo onde se sentem as notas secas de esteva, num ambiente complexo de terra e giesta. Profundo, com corpo, taninos finos e belíssima elegância de conjunto. Sempre uma âncora muito segura. (14%)[/td_block_text_with_title]

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18 €25
[td_block_text_with_title custom_title=”Quanta Terra” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Grande Reserva tinto 2013
Quanta Terra

Excelente na expressão aromática da região, profundo na fruta, ainda algo fechado, mas sente-se a especiaria e as notas vegetais. Muito bem na prova de boca, bastante expressivo, texturado e com taninos finos, com grande classe de conjunto. (13,5%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2536″ img_size=”medium” alignment=”center”]
18 €31,90
[td_block_text_with_title custom_title=”Terras do Grifo” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Grande Reserva tinto 2014
Rozès

Aroma clássico de fruta negra, com algum mineral e apontamentos de grafite, fruto sóbrio. Impressiona pela grande elegância de boca, um tinto imensamente sedutor pelo equilíbrio e muito saboroso, fino, com polimento e taninos de luxo. (14%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2560″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17,5 €32
[td_block_text_with_title custom_title=”CARM” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Grande Reserva tinto 2014
CARM

Notas especiadas e apimentadas, noz-moscada e leve sugestão de cravinho, algum vegetal verde. Muito bem na boca, com tudo no sítio certo, muita delicadeza de fruta preta que depois se equilibra com bela acidez e taninos polidos. (14,5%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2526″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17,5 €50
[td_block_text_with_title custom_title=”Carvalhas” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro tinto 2015
RCV

Muito franco e puro no aroma, fruta madura, cereja negra e alcaçuz. Na boca nota-se a barrica a envolver a fruta sem a marcar em excesso, com taninos sólidos e maduros, um toque especiado. Final tenso e algo intrigante, muito austero e firme. A precisar de tempo. (14%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2528″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17,5 €30
[td_block_text_with_title custom_title=”Cisne” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro tinto 2013
Muxagat Vinhos

Clássico perfil de Douro, com fruta muito madura, tenso, algo químico de tinta-da-china, pleno de força, balsâmico. Sente-se a barrica mas está bem integrada, tem elegância e muita frescura mineral, taninos finos, tudo muito bem conseguido. (13,5%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2532″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17,5 €24,99
[td_block_text_with_title custom_title=”Duorum Old Vines” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Reserva tinto 2015
Duorum Vinhos

Escondido e austero no aroma, aqui com fruta negra bem madura, alguma resina, tudo a sugerir que temos tinto com futuro. Na boca a barrica está perfeitamente integrada com a fruta, com excelente textura e um belo equilíbrio de conjunto. (14%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2538″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17,5 €30
[td_block_text_with_title custom_title=”Mapa” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Reserva Especial tinto 2014
Pedro Garcias

Muito atractivo no aroma de belo impacto, com leve floral e um lado vegetal que lhe dá graça e carácter. Tanino muito fino na boca, com sofisticada delicadeza e leveza, de novo o toque floral bem integrado. Um tinto muito fresco e com grande elegância de conjunto. (13,5%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2542″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17,5 €39
[td_block_text_with_title custom_title=”Pai Horácio” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Grande Reserva tinto 2013
Vinilourenço

Muito bem na concentração mas ainda algo fechado, lado mineral em evidência, tanino vigoroso e firme. Muito boa estrutura, mas com leveza, combinando na perfeição elegância e potência. É vinho para a cave e para crescer na garrafa. (15%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2544″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17,5 €12,65
[td_block_text_with_title custom_title=”Passagem” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Reserva tinto 2015
Quinta das Bandeiras

Belo aroma, a presença da fruta madura ao lado de algumas ervas secas, tudo num registo atractivo e puro. Na boca temos um tinto de grande polimento e elegância, com taninos muito finos e um perfil super-atractivo e bem desenhado. Excelente preço. (14%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2550″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17,5 €39,90
[td_block_text_with_title custom_title=”Quinta da Romaneira” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Reserva tinto 2014
Soc. Agríc. da Romaneira

Fruta muito bonita no aroma, acrescida de algumas notas de café e chocolate negro. Grande elegância de conjunto, com uma prova de boca muito polida, resultando num vinho delicado e gracioso, com classe. Corpo e elegância em perfeita conjugação. (13,5%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2551″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17,5 €45
[td_block_text_with_title custom_title=”Quinta da Touriga-Chã” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro tinto 2014
Jorge Rosas

Bela expressão de fruta elegante, pura, delicada, a par de notas balsâmicas, leves licorados. Muito suculento e saboroso, expressivo, acetinado, um tinto cheio de virtudes durienses, sempre servido por óptima acidez e estrutura. (14,5%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2555″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17,5 €49,50
[td_block_text_with_title custom_title=”Quinta do Crasto” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Tinta Roriz tinto 2014
Quinta do Crasto

Muito boa expressão da região e da casta, com fruta madura, algum floral e notas de vegetal seco, nougat e tosta. Na boca a barrica luxuosa está muito bem integrada com a fruta, envolvida em excelente estrutura de taninos. Um tinto robusto e com carácter. (14,5%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2299″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17,5 €22
[td_block_text_with_title custom_title=”Quinta do Pessegueiro” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro tinto 2015
Quinta do Pessegueiro

Ainda fechado no aroma, com fruta densa, perfil balsâmico e leve floral. Mostra-se muito expressivo na boca, com belo envolvimento de fruta e taninos, muita elegância de conjunto, tudo servido por acidez fina e refrescante. Muito convincente. (14%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2549″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17,5 €30
[td_block_text_with_title custom_title=”Quinta da Rede” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Grande Reserva tinto 2013
Quinta da Rede

Concentrado na cor, fechado ainda de aromas mas muito atractivo, balsâmico, leves mentolados em fundo, com bela riqueza aromática. Bastante afinado na boca, cheio e com a fruta em perfeito diálogo com a barrica. Resulta sério e muito bem conseguido. (14,5%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2561″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17,5 €29,90
[td_block_text_with_title custom_title=”Santos da Casa” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Grande Reserva tinto 2013
Santos & Seixo

Fruta muito atractiva, notas florais muito integradas na fruta de cereja fresca, erva seca. Algum cacau preto na boca encorpada, com taninos perfeitos, sem arestas. Muito bem estruturado, complexo, um tinto que flui com enorme agrado. (14%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2562″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17,5 €38
[td_block_text_with_title custom_title=”Secret Spot” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro tinto 2014
GR Consultores

Muito puro e delicado na fruta, com amoras pretas, leve mineralidade, elegante e profundo. Muito bem conseguido na boca, com uma afinação muito convincente, todo ele em elegância e com bom esqueleto de taninos que seguram o conjunto. (15%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2563″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17,5 €25
[td_block_text_with_title custom_title=”Talentus” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Grande Escolha tinto 2014
Quinta Seara d’Ordens

As notas da barrica estão presentes no aroma mas sem se sobreporem à fruta negra madura, num perfil cheio mas sem pesar. Taninos finos, corpo elegante, a mostrar boa sofisticação e complexidade. Impressiona pela grande proporção do conjunto. (14%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2567″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17,5 €22
[td_block_text_with_title custom_title=”Vértice” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Grande Reserva tinto 2013
Caves Transmontanas

Poderoso, encorpado, fruta negra com sugestões de mirtilos e cassis, leve chocolate amargo, muito austero e envolvente. Cheio e maduro na boca, com volume mas também bela frescura, um tinto longo, distinto, bastante equilibrado. (14,5%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2521″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17 €20,15
[td_block_text_with_title custom_title=”Andreza” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Grande Reserva tinto 2014
Lua Cheia em Vinhas Velhas

Algo vegetal, leve couro e algum balsâmico, ao lado de uma fruta bonita e muito expressiva. Muito bom equilíbrio na boca, tanino firme e sólido mas bem integrado no corpo cheio e texturado. Conjunto envolvente, rico, muito bem conseguido. (14%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2522″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17 €20
[td_block_text_with_title custom_title=”Baton” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro tinto 2014
Terroir d’Origem

Nota vegetal no aroma, com a fruta escondida atrás de sugestões licoradas que lhe dão algum carácter. Macio e muito atractivo na boca, elegante, com taninos finos e polidos, leve sugestão mineral que se prolonga no final. Muito gastronómico. (14%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2569″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17 €31,90
[td_block_text_with_title custom_title=”By Rui Roboredo Madeira” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro tinto 2015
Rui Madeira Vinhos

Muito boa fruta no aroma, erva seca e leve resina, aqui a mostrar um lado mais vegetal e nervoso. Bastante expressivo na boca, com excelente textura e um estilo muito puro, sumarento, suave, franco, delicioso, muito apetecível. (14,5%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2529″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17 €29
[td_block_text_with_title custom_title=”Crochet” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro tinto 2015
Sandra Tavares & Susana Esteban

Muito floral e algum vegetal com algum fruto vermelho em fundo, resultando num aroma expressivo e muito bem conseguido. Amplo, redondo e sedoso na boca, fruta muito agradável com polimento e textura bastante atractiva.
(14,5%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2534″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17 €14
[td_block_text_with_title custom_title=”Fagote Vinhas Velhas” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Grande Reserva tinto 2014
CVD

Muito bem no aroma, alguns licorados ao lado de cerejas maduras e leve sugestão de canela; macio e tranquilo na boca, com taninos finos e escondidos, todo ele a dar excelente prova, muito bem conseguida e bastante consensual. (14,5%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2535″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17 €33
[td_block_text_with_title custom_title=”Foz Torto Vinhas Velhas” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Tinto 2014
Foz Torto

Notas de vegetal seco e esteva aqui a associarem-se à fruta madura, sugestões de chá e erva. O vinho tem o corpo ajustado a boa prova desde já, num registo ainda jovem que também nos sugere que pode crescer aromaticamente em cave. (14,5%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2537″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17 €24,80
[td_block_text_with_title custom_title=”La Rosa” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Reserva tinto 2015
Quinta da Rosa

Alguma fruta doce no aroma, notas de flores e de confeitaria, tudo com bela profundidade e presença. Muito bom volume de boca, taninos cobertos pelo corpo volumoso, num estilo maduro e cheio mas muito bem equilibrado. (14,5%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2571″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17 €34,99
[td_block_text_with_title custom_title=”Lavradores de Feitoria Três Bagos” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Grande Escolha tinto 2014
Lavradores de Feitoria

Muito atractivo de aroma, com fruta madura muito bonita, todo ele muito bem proporcionado, a fruta silvestre e a madeira em perfeito diálogo. Terroso na boca, delicado, com bastante equilíbrio, fruta doce a persistir no final. (15%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2540″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17 €32,50
[td_block_text_with_title custom_title=”Maritávora” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Grande Reserva tinto 2014
Maritávora

Ambiente químico, alcatrão, notas austeras, com tudo ainda algo escondido no aroma. Prova de boca dentro do mesmo perfil, sente-se um vinho muito sério, de grande potencial, mas também muito jovem e a precisar claramente de tempo. (14,5%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2541″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17 €52,50
[td_block_text_with_title custom_title=”Pacheca Vale de Abraão” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Colheita Selecionada tinto 2014
Quinta da Pacheca

Leves licorados na cor, notas de bombom no aroma, num registo muito polido mas com nervo e garra. Envolvente na boca, cheio mas sem pesar, com tanino fino, um tinto saboroso, levemente seco. Muito bom equilíbrio de conjunto. (14,5%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2553″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17 €22
[td_block_text_with_title custom_title=”Quinta das Tecedeiras” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Reserva tinto 2015
Quinta das Tecedeiras

É um Douro expressivo de fruta, com notas doces de bagas silvestres, sabor texturado com tanino presente mas macio e acetinado, leve sugestão de baunilha na envolvência frutada. Um tinto muit dinâmico, saboroso e fresco. (14,5%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2557″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17 €24
[td_block_text_with_title custom_title=”Quinta do Portal” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Grande Reserva tinto 2014
Soc. Quinta do Portal

Média concentração, exuberância contida, alguma erva seca, leve nota mineral, fruto de muito boa qualidade. Bom volume de boca, com leve doçura de fruta, taninos presentes mas finos e amaciados. Tem tudo para crescer na garrafa. (15%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2559″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17 €34,90
[td_block_text_with_title custom_title=”Quinta dos Quatro Ventos” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Reserva tinto 2013
Bacalhôa Vinhos de Portugal

Muito boa fruta no aroma, belas notas especiadas, muito elegante depois na boca, onde aposta mais na subtileza do que na força. Atractivo envolvimento vegetal e leve resina, tudo sem arestas, fresco e muito gastronómico. (14,5%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2570″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17 €30
[td_block_text_with_title custom_title=”Quinta da Ferradosa Vinhas Velhas” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro tinto 2015
Joaquim Cálem

Algum vegetal e notas de barrica, num perfil maduro com a fruta expressiva a atravessar toda a prova. Notas terrosas, estilo clássico e bastante afirmativo. Um tinto másculo, forte e com impacto, que irá portar-se bem à mesa. (14%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2554″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17 €45
[td_block_text_with_title custom_title=”Quinta de Ventozelo Essência” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro tinto 2014
Quinta de Ventozelo

Ainda um pouco fechado nos aromas, algum fruto silvestre, leve nota mineral. Saboroso, com taninos finos, muito fruto vermelho. Delicado na boca, um tinto muito bem organizado que se bebe já com muito prazer mas poderá crescer em cave. (14%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2565″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17 €25
[td_block_text_with_title custom_title=”Vale da Raposa” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Grande Escolha tinto 2015
Domingos Alves de Sousa

Muito evidente a Touriga Nacional, com flores e fruta silvestre. Polido na boca, muito elegante, a acidez dá-lhe uma frescura cativante com tanino firme e boa estrutura. Suave, directo e franco, com energia vibrante, final longo. (14,5%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2564″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17 €20,50
[td_block_text_with_title custom_title=”Vale de Pios” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro tinto 2014
Quinta de Vale de Pios

Cheira a Douro e a Touriga Franca, com fruta madura, notas de esteva e amoras silvestres, tudo em muito boa forma. Bem impositivo na boca, com leve mineral, conjunto afinado, tudo muito bem conseguido, bonito e atraente. (14%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2572″ img_size=”medium” alignment=”center”]
17 €28
[td_block_text_with_title custom_title=”Zom Colecção” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro tinto 2014
Barão de Vilar

Boa concentração, alguma fruta negra, leve grafite, maduro no conjunto mas sempre com finesse. Belo volume de boca, capitoso, com taninos bem presentes, o conjunto tem muito bom perfil, com estrutura e equilíbrio. Pode crescer em cave. (14%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2523″ img_size=”medium” alignment=”center”]
16,5 €57
[td_block_text_with_title custom_title=”Batuta” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro tinto 2015
Niepoort

Ligeiro na cor, aroma delicado de fruta fresca. Boca com elegância e leveza, taninos polidos, fruta madura, dando uma prova fresca e bem agradável. É um vinho leve e bem atractivo, fácil de beber, ainda que pouco reflectindo a região de origem. (12,5%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2524″ img_size=”medium” alignment=”center”]
16,5 €70
[td_block_text_with_title custom_title=”Busto Premium” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Touriga Nacional tinto 2013
Maria Helena Sousa Alves

Notas de ginja e cereja, um tom licorado, com uma fruta madura e bem presente, leve balsâmico. Fino na boca, elegante e taninos escondidos, muito polido e agradável, o corpo médio facilita a prova. Resulta muito bem no conjunto. (14%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2527″ img_size=”medium” alignment=”center”]
16,5 €19,90
[td_block_text_with_title custom_title=”Casa Burmester” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Touriga Nacional tinto 2015
Sogevinus

Notas florais elegantes, evidenciando a Touriga Nacional, leve doçura de fruto a lembrar licor. Bonito na boca, de médio corpo e elegante no conjunto, fresco e levemente mineral. Um Douro convincente, mas que funciona muito bem. (13,5%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2530″ img_size=”medium” alignment=”center”]
16,5 €24,90
[td_block_text_with_title custom_title=”Dalva” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Grande Reserva tinto 2014
C. da Silva

Notas de ginja a lembrar licoroso, madeira muito presente, com boa estrutura de boca, mas sem pesar, tudo muito bem equilibrado. Na boca o lado licorado volta a surgir, com a fruta madura a envolver e atravessar toda a prova. (14%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2531″ img_size=”medium” alignment=”center”]
16,5 €15,50
[td_block_text_with_title custom_title=”Dona Berta” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Reserva tinto 2013
Hernâni Verdelho Hos.

Leve evolução na cor e aroma, com algum floral bem agradável, notas de aneto, menta e chocolate preto. Na boca sente-se um tinto suave, com exuberância de fruta, muito limpa e expressiva. Muito agradável de beber desde já. (13,5%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2539″ img_size=”medium” alignment=”center”]
16,5 €59
[td_block_text_with_title custom_title=”Maria Izabel Vinhas Velhas Vinhas da Princesa” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro tinto 2014
Quinta Maria Izabel

Fruta madura no aroma, a lembrar um tinto com mais idade, algumas notas resinosas e erva seca. Na boca temos um tinto fino, elegante, a dar boa conta de si. Os taninos finos e a boa acidez equilibram e potenciam o conjunto. (13,5%)[/td_block_text_with_title]

[vc_single_image image=”2552″ img_size=”medium” alignment=”center”]
16,5 €23,50
[td_block_text_with_title custom_title=”Quinta dos Murças” header_text_color=”#ac1e2c” el_class=”initial-title”]Douro Reserva tinto 2012
Quinta dos Murças

Boa expressão de fruta vermelha e negra no aroma, sem grandes segredos, franco e com qualidade evidente. Muito bem igualmente na boca, com volume e fruta a condizer, sem arestas, um tinto que pelo polimento que apresenta não vai requerer mais cave. (14,5%)[/td_block_text_with_title]

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